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José A. Karacek 

Social


Pesquisas Confundem
 

Na semana passada saiu o resultado de duas pesquisas de intenção de votos. Estranho como pode dar resultados tão diferentes uma de outra?

Na primeira divulgada na sexta-feira realizada pelo instituto Vox Populi, Dilma somou 41% contra 33% do seu principal concorrente José Serra. Já na segunda pesquisa, esta pelo Datafolha, divulgada no sábado, a candidata palaciana aparece um ponto percentual atrás do candidato tucano, 36% contra 37%, respectivamente.

Esquisito isso, não acham?

A única explicação é a seguinte: a primeira realizada pela Vox Populi foi encomendada pela Band e a segunda pela poderosa Rede Globo, ou seja, não se pode confiar em nenhuma delas, pois aí estão apenas interesses próprios (das emissoras).

O problema agora é saber qual das pesquisas é a mais certa, e em qual delas o eleitorado vai acreditar.
 

José Antonio Karacek

josekaracek@bomdiaoeste.com.br


A Polêmica Logomarca

 

Dias antes do enceramento da copa do Mundo, foi apresentado o país que receberia o evento em 2014. Na oportunidade foi apresentado, também, a logomarca que representará o evento. Trata-se de mãos segurando um globo, onde se forma a taça da copa. Até aí tudo bem, se não fosse alguns ‘erros’ ou talvez com a intenção de criar certos “códigos”.

O primeiro ponto estranho que aparece no símbolo é a cor vermelha, deixando de lado o azul presente na nossa bandeira. Todas as outras cores da bandeira brasileira estão presentes: verde, amarelo e branco, menos o azul que não se sabe por que foi substituído pelo vermelho. Alguns críticos afirmam que o fato do vermelho estar na logomarca, tem haver com o PT. Não sei se foi esta a intenção de quem a criou, mas em todo o caso é o que ouvi por aí.

Outro fato, que até então não tinha notado nada, mas que é verdade, trata-se de uma das mãos terem apenas quatro dedos. O que dizer disso? Erro dos designers que criaram? Ou tem alguma referência a alguém?

E por último, onde eu também concordo, é que se tratando do Brasil, um país líder em corrupção, usar as mãos nesse símbolo, que representará o Brasil na Copa, deixa uma indireta de “meter a mão”, seja no bolso do contribuinte, como nos cofres públicos, haja tanta roubalheira, muitas ainda não resolvidas.

Acredito que essa logomarca seja um desrespeito com os brasileiros, mesmo esses fatos não terem nada haver com o descrito acima, mas nosso país tem a melhor tecnologia e os melhores designers, e esse símbolo que muito veremos ainda, deixou a desejar…

José Antonio Karacek

josekaracek@bomdiaoeste.com.br


O Fim da Palmada
 

Lula é mesmo um presidente das opiniões polêmicas. Em pronunciamento durante a assinatura do projeto de lei que prevê punições para os pais que darem palmadas e beliscões em seus filhos, Lula tascou o seguinte comentário: "se chicotada e punição resolvesse, não haveria tanto bandido no país".

Também concordo com o presidente, chicotada só piora as coisas. Mas o projeto diz palmadas, e pelo que entendi, esse projeto vem proibir a palmadinha pedagógica, aquela inocente, que dá um basta, corrige, ensina e cobra da criança.

Talvez esses defensores do projeto achem que uma palmadinha agride mais do que uma cela imunda daqui alguns anos.

Se fala muito em respeito, e mesmo com as palmadinhas ainda vemos toda a violência que estampa nossos jornais diários, imaginem agora o que vai virar esse mundo em um curto espaço de tempo, se os pais mesmo com os tapinhas carinhosos não tem domínio sobre seus filhos.

Se pelo menos, com a aprovação do projeto, acabassem a corrupção, que envergonha o nosso país, talvez fosse um indício de que tudo isso que ocorre hoje é porque os nobres deputados e senadores levavam palmadinhas em suas infâncias, sendo assim a corrupção dentro de alguns anos será extinta do Brasil. Balela!

Se continuarmos com isso, logo teremos pais agressores cumprindo penas e filhos mal educados vistoriando se o trabalho de seus pais está sendo bem feito. Esta é a nossa futura sociedade.

É aquela velha história: Eduquem as crianças e não precisará punir os homens!

José Antonio Karacek

josekaracek@bomdiaoeste.com.br


Crimes Macabros
Pena de Morte
 

Até quando vamos ver casos de crueldade como a que está envolvido o goleiro Bruno? Quantos casos mais terão de acontecer para as autoridades tomarem providências drásticas na lei criminal? Esses marginais monstros não têm mais medo de nada. Este caso parece cena de filme de terror, mas infelizmente não, esta é a realidade que vivemos no Brasil hoje. As pessoas são capazes de qualquer coisa por causa do dinheiro, até cometer assassinatos macabros, como este.

Precisamos da pena de morte para bandidos desta espécie. Sei que isso seria um retrocesso, mas estes crápulas também retrocederam, pois estes crimes nem na idade da pedra eram cometidos.

Será que teremos que esperar um assassino destes por a mão num filho de político para estes se lembrarem de analisar as leis e criar códigos mais severos que assustem tais maníacos?

Ou teremos de nós se armarmos para sairmos vivos deste inferno, como no passado?

Pena de morte pode não ser a solução, mas ajudaria muito…

José Antonio Karacek

josekaracek@bomdiaoeste.com.br


A Lei Foi Pro Brejo
 

Como era de se esperar, a lei ficha limpa só ficou no papel. Apesar de todo o ‘barulho’ da Câmara dos deputados, do Senado, na mídia e nas manifestações populares em relação a esta lei, que proibiria candidatos com processos eleitorais de se candidatarem a cargos políticos, quase nada mudou. Candidatos ‘sujos’ registraram suas candidaturas como se tivessem a ficha limpa, ficando com cara de bobo a população.

O que será mais absurdo ainda, não é o caso desses políticos concorrerem às eleições, o pior vai ser que muitos desses ‘proibidos’ irão se eleger com o nosso voto e gozarão das regalias pagas por nós e ainda por cima, pra completar, tirarão saro da cara do eleitor besta, que não se importa com os candidatos que entram no poder, pois acham que em nada influenciará na sua vida, já que dizem: “é só um voto, não é o meu que irá decidir”. Pois bem, mas e se todos pensarem assim e escolherem políticos – um pouco – honestos, não mudaríamos o rumo do país?

Engraçado que durante a copa do mundo todos sentavam em frente a televisão para acompanhar os jogos, mesmo sendo outros países. Mas agora, quando iniciar o horário eleitoral gratuito, grande parte irá mudar de canal de seu aparelho ou até desligá-lo.

Patriotismo não é só ser torcedor da seleção brasileira de futebol. O verdadeiro patriota busca encaminhar o país para o melhor caminho, e o melhor caminho é votar em políticos (um pouco) honestos!

José Antonio Karacek

josekaracek@bomdiaoeste.com.br


Quando a

Galinha Criar Dente
 

Segundo informações divulgadas pelo TSE, esta campanha eleitoral será a mais cara da história. Juntos, os nove candidatos a presidência, esperam gastar cerca de R$ 463,5 milhões. Desses, 92% dos gastos serão feitos por conta dos três principais candidatos – José Serra (PSDB), Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PV).

Pra ver como as pessoas são obstinadas pelo poder. O salário de um presidente do Brasil está em torno de R$ 8 mil mensais, isso dá um montante de pouco mais de R$ 380 mil em uma administração. De onde sai todo o resto dos milhões para custear a campanha? De caixa dois, mensalões?… Ou será de doações de empresas? Pode até ser, mas qual empresa dará dinheiro sem se beneficiar? E todos sabem que para a contratação de serviços necessita de licitações, e fazer trapaças em processos licitatórios é crime. Nesse raciocínio, já se conclui que quanto mais um candidato gastar em campanhas, mais crimes administrativos irá cometer, pois terá compromissos de campanhas a serem cumpridos.

Sendo assim, o jeito é fiscalizarmos o nosso candidato, observando todas as suas propostas de governo para, pelo menos, nos divertirmos cobrando mais tarde. E tentar acompanhar, caso o mesmo seja eleito, através dos meios de comunicação, o seu modo de administrar o país. Só assim podemos minimizar a roubalheira e os assaltos aos cofres públicos. Mas vejam bem, minimizar, porque acabar, como diz o dito popular “só quando a galinha criar dente”! E olha lá…

José Antonio Karacek

josekaracek@bomdiaoeste.com.br


No Par ou Ímpar
 

Se a eleição presidencial fosse hoje, José Serra e Dilma Rousseff precisariam decidir o cargo no par ou ímpar. Foi o que mostrou a última pesquisa, divulgada na sexta-feira (2). Segundo o Datafolha, o tucano leva uma pequena vantagem sobre a candidata petista, 39% contra 38%, respectivamente.

Para o segundo turno, o empate continua prevalecendo, Serra lidera a intenção de votos, 47% contra 45% da candidata palaciana.

Na pesquisa por região, Dilma lidera no Norte e Nordeste, confirmando assim, a eficiência do Bolsa Família, um programa patrocinador da campanha de Lula, que em 2000 disparou que o brasileiro votava pelo estomago, se confirmando agora a veracidade dos fatos, pois esse programa foi muito ampliado nessas regiões onde o PT lidera.

Se o brasileiro tem memória curta, eu faço lembrar... Veja o vídeo no link abaixo: http://josekaracek.ning.com/video/memoria-curta?xg_source=activity.

José Antonio Karacek

josekaracek@bomdiaoeste.com.br


Já “Tava” Escrito
 

Lá atrás, na convocação da seleção brasileira, disse que o Brasil não iria muito longe nesta copa. Me enganei, chegamos as quartas de finais, jogamos um primeiro tempo bom, saímos ganhando. O problema foi que para a etapa final o time de Dunga entrou em campo de ‘salto alto’, não jogou nada, levou dois gols e ainda por cima perdeu um jogador.

Agora não adianta chorar pelo leite derramado, o momento é de criar vergonha na cara e ouvir o que os brasileiros acham e quais jogadores os mesmos querem ver na copa. Isso ficou claro nesta copa. A bira de Dunga deixou mais de 180 milhões de brasileiros decepcionados, não pela derrota para a Holanda, mas por ele não ouvir o apelo dos torcedores para a convocação de certos nomes, que, vimos, fez muita falta nesses cinco jogos da seleção. Ao contrário, convocou alguns jogadores que entravam em campo apenas para completarem os onze, pois nada faziam, ou melhor, faziam sim algumas coisas, faltas.... Bom, pelo menos participavam...

E agora? Agora vamos tentar voltar ao ritmo normal, e escalarmos a nossa seleção para comandar o Brasil nos próximos quatro anos. Não, não falo de futebol agora, me refiro aos candidatos, a escolha dos nossos jogadores (políticos) que entrarão em campo a partir de janeiro do ano que vem. Não vamos ser “dungas” e fazer o mesmo fiasco que o técnico da seleção fez. Vamos escalar uma seleção de ouro para podermos vencer e fazer do Brasil um país melhor.

José Antonio Karacek

josekaracek@bomdiaoeste.com.br


Mais Uma

Catástrofe Brasileira
 

É muito triste ver um país com grandes dimensões, tantas áreas seguras para a construção de moradias sofrer tantas tragédias em decorrência do grande volume de chuvas. Nos últimos tempos houve uma grande incidência dessas tragédias, afetando milhares de pessoas, ceifando muitas vidas. Mas, o que fazer para evitar ou diminuir isso? Quem são os culpados, além da quantidade de chuvas, por essas tragédias?

É com muita agonia e revolta que assistimos mais uma tragédia, que desta vez devastou vários municípios pernambucanos e alagoanos. Famílias perderam tudo, do pouco que possuíam. Além das vidas que foram perdidas, essas chuvas chegaram a destruir cidades inteiras, transformando as ruas em verdadeiros rios.

Pra se ter uma ideia, essa tragédia é mais intensa das ocorridas em Santa Catarina e Rio de Janeiro, pra citar os casos mais recentes, onde muitas pessoas perderam as vidas, se configurando na forma nítida de tragédia.

Em todos esses casos é possível evitar o derramamento de lágrimas. Evidentemente que isso leva tempo, mas pelo menos prevenir a morte de inocentes pode ser feito em curto prazo. Como?

Com a ajuda da tecnologia, através dos meios sofisticados de previsão de chuvas, com intensidade e período, onde choverá mais ou menos. Assim a defesa civil poderá retirar as famílias que estão em áreas de risco a tempo. Ao mesmo tempo, as autoridades devem proibir a construção de residências em margens de rios, córregos ou morros.

Essas providências devem ser tomadas o mais rápido possível, para não vermos dramas assim em outros lugares ou até mesmo onde já ocorreu no passado. As autoridades devem impor limites para a construção nessas áreas, mas, também, é dever do estado garantir condições para que essas pessoas possam continuar com suas vidas e atividades em um local mais seguro.

José Antonio Karacek

josekaracek@bomdiaoeste.com.br


Participação

popular e cidadania ativa
 

As eleições estão chegando e precisamos ficar atentos na escolha dos candidatos! Embora estejamos desacreditados e cansados de tantas promessas não cumpridas, sabemos que somos obrigados a escolher nossos representantes, porque seria muito pior se vivêssemos numa anarquia, pois somos um povo que não sabemos se virar sozinhos.

Mas ao invés de apenas exercermos nossa cidadania, comparecendo nas urnas em outubro depositando nosso voto, devemos, acima de tudo, estudar o histórico de vida pessoal e pública, do candidato a que achamos que mereça a nossa preferência, bem como comparar o que ele já fez, o que prometeu em mandatos anteriores e o que cumpriu do prometido.

Não devemos nos esquecer, também de analisar e compreender o seu plano de governo, para ver se é isto mesmo que desejamos e se há alguma chance das promessas serem realizadas, pois como vamos reivindicar depois se não acreditamos nos candidatos que votamos?

Outra coisa muito importante, principalmente em épocas eleitorais, é não confiar em tudo o que a mídia sensacionalista e corrupta nos tenta transmitir, uma vez que ela elege, constrói ou destrói um candidato de acordo com o que for melhor para ela e não para o povo!

Portanto, ficamos ligados agora, pois a responsabilidade está em nossas mãos, – ou em nossos dedos – e reclamar por reclamar de nada ajuda para a diminuição da corrupção no nosso país. Participação popular e cidadania são as principais palavras de ordem…

José Antonio Karacek

josekaracek@bomdiaoeste.com.br


A Zebra do Senado
 

Uma expressão usada, principalmente no futebol, para designar algo impossível de acontecer, como por exemplo, quando uma equipe favorita perde para outra que não tinha nenhuma chance de vitória – o deu zebra – também aconteceu no Senado Federal. O presidente Lula sancionou o projeto Ficha Limpa e o TSE fez valer que os candidatos que já tenham sido condenados fiquem proibidos de se candidatarem.

Digo que aconteceu uma zebra, porque os Senadores tentaram alterar o tempo verbal do projeto, tentando transformar do passado: os que tenham sido condenados, para o futuro: os que forem condenados. Felizmente o TSE escolheu a lógica e não a forma gramatical.

Caso o projeto valesse apenas para os que forem condenados a partir da aprovação da Lei, seria uma limpeza de toda a sujeira feita até aqui. Por sorte, o STE entendeu a essência do projeto e resolveu barrar os ‘fichas sujas’, já que ninguém pode ser classificado como futuro ficha suja.

Ainda que os “ficha suja” recorram e a Justiça Eleitoral mude ou anule a lei, cabe sempre ao eleitor escolher e julgar o candidato na urna. O problema, na política, é que mesmo o eleitor votando num candidato ficha limpa, pode ajudar a eleger um ficha suja, tanto pelo sistema proporcional, quanto pelo caráter dos novos candidatos. São políticos, como a do tempo verbal do Senado, hoje não são, mas amanhã podem ser…

José Antonio Karacek

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