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Santa Catarina,
Vigilância amplia fiscalização e está atenta a animais criados de maneira irregular
O envelhecido ditado popular “cada macaco no seu galho” se encaixa de forma perfeita e ajuda a dizer à população que cada animal deve ser criado em um local conveniente. Porcos e galinhas em terrenos que fazem parte do perímetro urbano? Não. Esta incidência gera multa e até incômodos judiciais aos responsáveis pela prática. A Vigilância Sanitária de Catanduvas vem fechando o cerco para minimizar os índices de animais criados de forma ilegal na cidade. “É uma situação que vem preocupando. A proliferação tende a aumentar vertiginosamente. Por isso, vamos procurar moralizar, respeitando e levando a risca o código de postura”, garante o fiscal da Vigilância Sanitária, Aderbal Guerreiro Atz. Junto a ele atua no setor o vigilante Ronaldo Adriano Luvison, que diz receber várias denúncias por dia. “É um desrespeito ao vizinho. Tivemos a denúncia de uma moradora que disse não conseguir mais dormir direito por causa de uns galos que o vizinho tinha”, informa. Ronaldo conta ainda que somente nesta terça-feira, dia 2, foram quatro reclamações. “Em um dos casos, a gente aplicou um auto de intimação, dando um prazo para o morador se desfazer do animal. Caso contrário, é encaminhado para o Fórum, aonde é aberto um processo. Nas outras três situações, a gente falou verbalmente. Se não forem tomadas as providencias, também iremos com o auto de intimação”, alerta. Outra preocupação está ligada ao grande número de cães abandonados. Conforme a vigilância, a quantidade de cachorros que vagam pelas vias do município é grande. “É preciso tomar uma providência. Os animais soltos na rua oferecem riscos aos pedestres”, reconhece Aderbal. De acordo com o vigilante, muitos ataques já foram registrados.
Ronaldo aproveita para lembrar os riscos
de transmissão de doenças, como a raiva. Para ele, além dos ferimentos
causados por uma mordida, o ataque pode gerar uma enfermidade ainda
maior. “São muitos animais pelas ruas. Até mesmo os próprios donos não
cuidam”, lamenta. O cenário fez com que a ideia de criar um canil viesse
à tona, mas a intenção ainda está distante de ser viabilizada. De acordo com o artigo 32 da Lei Federal número 9.605/98, é considerado crime praticar ato de abuso, maus tratos, ferimentos ou mutilações contra animais silvestres, domésticos, nativos ou domesticados. A pena para este tipo de crime varia de três meses a um ano de detenção, além de multa. Incorrem nas mesmas punições os responsáveis por abandono, manter animais presos por muito tempo sem comida e contato com o dono, deixá-lo em lugar impróprio ou anti-higiênico, envenenamento, agressão física exagerada e não procurar um veterinário caso o animal adoeça. Formadas e
prontas para o
trabalho
estudantes
receberam o diploma na noite de terça, em Catanduvas As mais de 260 horas de aprendizagem valeram a pena para as 29 mulheres integrantes dos cursos de corte de cabelo, manicure e pedicure, promovido através de uma parceria entre o Núcleo de Ensino Profissional (Nep), Secretaria de Assistência Social e Departamento de Cultura de Catanduvas. A coroação para os trabalhos realizados desde maio do ano passado veio na noite de terça-feira, dia 2, com a entrega dos certificados. Em uma cerimônia realizada no Centro de Eventos do município, as integrantes receberam a homologação de que aprenderam novas técnicas e ampliaram o conhecimento nas áreas em que atuam. Muitas, inclusive, já tinham o serviço como uma atividade profissional. Outras tantas, agora, passarão a viver disso. Cortando cabelo ou expressando o talento através do corte e pintura de unhas, os cursos tinham realmente o objetivo de profissionalizar as participantes. A meta, na avaliação da diretora de Desenvolvimento Social de Catanduvas, Claudia Vieira, foi alcançada. “A intenção era o aperfeiçoamento de muitas que já trabalhavam. Das que ainda não atuavam, a maioria já começou, tendo um retorno financeiro”, enaltece Claudia. De volta à ativa a Prefeita de Catanduvas
Diz que 2010 será um ano movimentado, não só pelas eleições, mas pelo escasso período para a consecução de recursos. “Vamos trabalhar em cima dos projetos. Por ser um ano eleitoral, sabemos que até março ou abril as coisas precisam caminhar, ou para tudo de vez. O trabalho prático continua. Contatos com parlamentares de Florianópolis e Brasília são constantes. “As conversas estão amplamente encaminhadas. Há perspectivas de bons projetos, mas enquanto a gente não vê realizado, só se gera expectativa”, avalia. Nesse embalo, Gisa acredita em dias melhores. “Com certeza, 2010 precisa ser melhor do que 2009. Até porque, se for diferente, não faz sentido a gente ficar correndo atrás de deputados, senadores e governador”. No ano passado, Catanduvas não teve o amparo desejado pela prefeita por parte das esferas federal e estadual. Ela lamenta a fraqueza de esforços de ambas. “Simplesmente, não nos contemplaram. Esperamos que este ano seja bem melhor, caso haja vontade desses candidatos a deputado, senador e governador terem representantes em Catanduvas”, alerta a prefeita. Três mil alunos retornam
aos bancos
escolares As aulas nas escolas das redes municipal, estadual e particular de Catanduvas recomeçaram nesta quarta-feira, dia 18. Ao todo, o município tem mais de três mil estudantes, incluindo os que frequentam cursos técnicos e faculdades. Para isso, a cidade conta hoje com sete unidades de ensino, entre escolas do município e estado, Apae e Naes. Para compor o quadro de professores, de acordo com o secretário de Educação, Clovis De Lucca, nove professores ainda deverão ser admitidos, através de um teste seletivo, com inscrições abertas até o dia 23 deste mês. Além disso, ele expõe que o transporte escolar já funciona normalmente, levando inclusive alunos para Concórdia, Joaçaba e Luzerna. Neste ano, a secretaria registra um crescimento de até 20% no número de pessoas frequentando cursos profissionalizantes. A situação exigiu da Prefeitura a abertura de uma carta convite, licitando novos ônibus para suprir a demanda. “Hoje, cerca de mil alunos são atendidos pelo transporte escolar, disponibilizado pelo estado e município”, informa o secretário. Clovis ainda aproveita para dizer que a filosofia de trabalho no setor é fazer com que o aluno realmente obtenha o conhecimento científico, “saindo do senso comum e interpretando a realidade que está inserido”. De acordo com ele, a criança precisa adquirir o mínimo necessário para construir uma vida sólida, participando ativamente da sociedade, tanto em termos éticos como morais. “Nossa preocupação é oferecer a todos um futuro melhor”, garante. Parque infantil deve estar pronto em pouco mais de um mês
A Prefeitura de Catanduvas está viabilizando a implantação de um parque infantil ao ar livre, destinado a crianças de famílias inseridas nos projetos da Secretaria de Assistência Social do município. O parque está parcialmente instalado no Centro de Convivência, mas deve passar por ampliações. Entre os brinquedos, já foram colocados balanços e escorregadores. A previsão é de que até o final do mês de março o local esteja pronto. Ainda serão postos gangorras, gira-gira e ainda construído um mini campo de futebol de areia. O parque também vai beneficiar as crianças do Abrigo Patronato Anjo da Guarda de Catanduvas. Segundo a diretora de Desenvolvimento Social, Claudia Elizangela Santos Vieira, os brinquedos foram adquiridos com o pensamento de oferecer um ambiente saudável para as crianças, proporcionando a elas momentos de recreação e lazer, além de estimular o desenvolvimento das habilidades motoras. “Pensamos no melhor para as nossas crianças, outros brinquedos estão sendo adquiridos para a ampliação deste parque”, reforça. Mutirão de calçamento já está presente em ruas de Catanduvas
A Secretaria de Transportes, Obras e Agricultura de Catanduvas lançou o projeto no final de 2009. E o resultado do mutirão de calçamento já está sendo visto na prática em duas ruas do município. A ideia é simples, basta o morador custear os gastos de mão de obra e pedra para ver o trecho em frente à casa calçado. Já a Prefeitura faz os demais investimentos, que chegam a até 60%, dependendo da infraestrutura necessária para iniciar a colocação das pedras. A união de esforços entre comunidade e poder público busca a pavimentação de vias que ainda são de estrada de terra. A intenção vem dando certo. Até agora, a Rua Olavo Bilac, no Bairro Centro Oeste, e a Rua Luiz Forquezato, no Bairro Cidade Jardim, estão sendo calçadas. “Nós queremos arrumar, no mínimo, quatro frentes de trabalho, colocando o calçamento em quatro ruas diferentes”, estima o secretário Alberto Broll. A execução das obras ocorre da seguinte forma: os moradores da rua se mobilizam, aderindo à parceria, e entram em contato com a Prefeitura. Assim, o poder público se compromete com a tubulação da rede fluvial, preparação da base, meio-fio, canteiro central, pedrisco e o projeto de engenharia. Em contrapartida, os moradores compram os paralelepípedos e contratam a mão de obra para a formação do calçamento. Conforme o secretário, o custo da pedra é de R$ 12 o metro quadrado e R$ 5 a mão de obra. Alberto diz que o valor pode ser pago em até quatro vezes. “O que a gente pede é que os moradores se reúnam, cheguem a um acordo e entrem em contato com a Prefeitura para começar a preparar a rua”.
6ª Festa do Chimarrão
Fotos/reportagem: Evandro Novak
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