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BOM DIA RURAL
Evandro Novak
Jornalista DRT 9429/RS

novak@bomdiasantacatarina.com.br  

Projeto fortalece a

 exportação do mel catarinense
 

29/07 - Santa Catarina - O Sebrae/SC firmou parceria técnica e financeira com a Cooperativa dos Apicultores de Santa Catarina (Coopasc), com sedes em Curitibanos e Videira, para o desenvolvimento do projeto de Internacionalização da Apicultura. O objetivo é estimular a inserção da cooperativa no mercado externo através de um programa estruturado de internacionalização, que envolve ações como a disseminação da cultura empreendedora global, capacitação para exportação, marketing internacional, prospecção de novos mercados e fornecedores globais, além de participação em feiras e missões internacionais.

As ações do projeto iniciaram neste mês, quando foi embarcado o primeiro container de mel silvestre, tipo LA, com 18,8 toneladas, distribuídos em 66 tambores, para os Estados Unidos. O próximo container, com 72 tambores, que totalizam 20,5 toneladas, será exportado, no mês de agosto, para a Alemanha.

O projeto será implementado no decorrer de três anos e beneficiará os 116 associados da Coopasc, espalhados pelo o território catarinense. “O projeto prevê que até 2012, a Coopasc obtenha um acréscimo de 30% no faturamento, referente às transações correntes em comércio exterior”, salienta o coordenador de agronegócio do Sebrae/SC, Fabio Búrigo Zanuzzi.

O presidente da Coopasc, Luiz Celso Stefaniak, reforça que o projeto fortalecerá a comercialização do mel brasileiro. “O Brasil consome apenas 20% do mel que produz e o restante vendemos para o exterior. Estamos entusiasmados com o projeto que, além de fortalecer o nosso produto no mercado internacional, permitirá um retorno seguro ao apicultor”.

Os associados da Coopasc contabilizam 40 mil colmeias e produzem 1000 toneladas de mel ao ano. “Temos grandes expectativas para a concretização desse projeto, pois o mel brasileiro é considerado um dos melhores do mundo. Conseguimos produzir grandes volumes sem utilizar antibiótico”, expõe o diretor administrativo da cooperativa, Sérgio Arruda Kotchergenko.

O diretor complementa que a região serrana catarinense é a única no Brasil a produzir o mel de melato (extraído da árvore bracatinga) – produto altamente disputado pelas indústrias e consumidores do mercado europeu.

A meta é exportar duas mil toneladas anuais de mel. Para conquistar esse mercado, a Coopasc está buscando novos apicultores para associar-se à cooperativa.


Iniciam novas turmas do

 Programa Negócio Certo Rural
 

 28/07 - Santa Catarina - O Negócio Certo Rural, um programa inédito de autoatendimento criado pelo Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) de Santa Catarina e realizado em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de SC (Senar) terá novas turmas no mês de julho e agosto. A iniciativa busca qualificar os jovens a repensar as atividades econômicas ligadas ao meio rural para prospectar e alavancar novos negócios. Pesquisa, concepção, conteúdos, metodologia e material didático foram criados pelo Sebrae catarinense. O programa é gratuito e acessível a todos os interessados.

No dia 29/7, iniciam as aulas da turma de Jupiá; no dia 30/7, inicia no município de Itá; no dia 5 de agosto, começam as aulas de uma nova turma em Chapecó e no dia 13, em Saltinho.

O programa foi lançado em outubro de 2009, após o treinamento de cinco turmas experimentais. Neste ano de 2010, duas turmas concluíram o treinamento, dez turmas estão em andamento e a previsão é encerrar o ano com a formação de 55 turmas em todo o Estado.

Neste ano, o programa foi adotado nacionalmente pelo Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) e começou a ser implantado em 13 estados com 74 turmas-piloto em Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Paraná, Rondônia, Tocantins e, novamente, Santa Catarina. Sebrae e Senar investiram 10 milhões de reais nesse esforço de expansão nacional.

“Para Santa Catarina é um orgulho ver um programa criado localmente pelo Sebrae e implementado em parceria com o Senar ganhar status nacional”, destaca o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae/SC, José Zeferino Pedrozo.

O Sebrae desenvolveu uma metodologia ambientada para o universo agrícola, visando orientar o produtor a identificar áreas de investimento, analisar a viabilidade do negócio, elaborar projeto e gerenciar o empreendimento com sucesso. “Faltava um meio de motivar os jovens para revitalizar suas propriedades rurais e/ou descobrir os empreendimentos viáveis que estão ao seu alcance”, assinala o gerente de comunicação com o mercado do Sebrae/SC, Spyros Diamantaras, lembrando que existem centenas de oportunidades esperando para serem descobertas em áreas como fruticultura, floricultura, mel, piscicultura, pequena agroindústria artesanal etc.

Metodologia

As turmas são formadas por produtores rurais e filhos de agricultores familiares com idade de 16 a 35 anos que cumprem as cinco etapas do programa – encontrar uma idéia de negócio, verificar sua viabilidade, formalizá-lo, organizá-lo e administrá-lo e promover o relacionamento com o mercado.

As diferentes etapas são ministradas quinzenalmente e, intercalando cada uma delas, os participantes receberão consultoria individual dos técnicos do Senar e do Sebrae. Os conteúdos estão disponíveis em material impresso, pela internet ou em CD ROM. O conteúdo programático é transferido através de um processo de ensino-aprendizagem formatado em cinco etapas e seis encontros presenciais que contam com o suporte de seis manuais impressos.

Para sedimentar fortemente os conhecimentos, os alunos recebem consultoria de uma hora durante o curso, entre o segundo e o terceiro encontro. Após o término do curso, os alunos que abrirem efetivamente seus negócios terão mais quatro horas de consultoria; os que farão melhorias no negócio já existente ganharão mais duas horas.

Pesquisa com as cinco primeiras turmas revelam que 43% dos 114 egressos abriram novos negócios e 57% implantaram melhorias na propriedade.

Ao final do treinamento, os alunos estarão capacitados para atrair e reter clientes, construir relacionamentos, entender as forças e o comportamento do mercado. “Eles terão desenvolvido uma visão para buscar oportunidades de negócios e estudar produtos e serviços que atendam às novas demandas e necessidades dos clientes”, encerra Pedrozo.


 O La Niña chegou e safra de verão

não será como a de 2009/2010

 

27/07 - Campos Novos - O fenômeno climático que prejudicou a safra de verão 2008/2009 será mais uma vez motivo de preocupação aos produtores da região de Campos Novos. Esta é a afirmação do Meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Luiz Renato Lazinski, que esteve durante o dia 27 de julho, realizando uma reunião com produtores associados da Copercampos e com o Departamento técnico da cooperativa.

Lazinski abordou aos produtores presentes e aos técnicos sobre os efeitos do La Niña na safra de inverno. Segundo o meteorologista, os produtores que plantaram a cevada e trigo no tarde, como a maioria dos associados da Copercampos, têm maiores chances de colher um produto de qualidade e com ótima produtividade.

“Existem chances de geadas no mês de setembro e isso pode favorecer produtores que plantaram as culturas de inverno no tarde. O clima agora mudou e desde abril e maio, todos estão sentindo a diferença”, comenta.

Quanto às chuvas, Luiz Renato Lazinski afirma que para a safra de inverno, assim como a de verão, o padrão de chuvas da safra anterior não será mantido. “Influenciadas pelo clima, as chuvas serão mal distribuídas na região de Campos Novos. Pode ocorrer na safra de verão, um período de veranico, como também existem chances de existir períodos de estiagem para o final da safra de verão”, explica Lazinski.


Festa do Dia do Colono é realizada com

 participação maciça de famílias agricultoras
 

26/07 - Timbó - Um dia de confraternização e diversão para as famílias agricultoras de Timbó. Foi assim a Festa do Colono, provida pela Prefeitura de Timbó, através Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Agricultura, neste último domingo, dia 25, no Parque Jardim Botânico. Várias atividades alusivas ao Dia do Colono foram realizadas. Pela manhã, uma missa ecumênica com o diácono Mário Wecker e com o pastor da Comunidade Trindade Darcy Hugo Brandt reuniu dezenas de famílias no interior da sede de eventos do parque. Entre os temas explorados durante a missa, destaque para a importância da família e a imigração germânica e italiana.

Ao final da missa as famílias puderam ouvir o prefeito Laércio Schuster Júnior e o vice Darcízio Bona. Os dois agradeceram o apoio que recebem no interior para o desenvolvimento das parcerias que são realizadas entre Prefeitura de Timbó e comunidades agrícolas do município. “Sabemos da importância de nosso compromisso com vocês (colonos), por isso todos os dias procuramos acertar e estarmos mais próximos de todos”, destacou Laércio. Já o secretário de Desenvolvimento Econômico do município, Mário Vieira, agradeceu os presentes e disse que é com grande satisfação que sua pasta realiza esta confraternização todos os anos.

O presidente do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural, Hingomar Ittner, também falou aos colonos. Disse que o apoio das famílias agricultoras ao departamento de Agricultura do município é muito importante e traz resultados imediatos. “Estamos percebendo o envolvimento maciço dos colonos em todas as decisões, sinal deste bom relacionamento”. Ittner lembrou ainda que todas as decisões são tomadas em reuniões que acontecem quando percebe-se sua necessidade. Foi também homenageado o casal Onório e Irene Bendotti pelo aniversário de 46 canos de casados.

Após a missa ecumênica foi servido o almoço do Dia do Colono. No cardápio o tradicional churrasco na brasa. Apresentações culturais e folclóricas também fizeram parte das comemorações, entre elas, Os Cinqüentões e duplas sertanejas. À tarde, a partir das 14h, aconteceu o baile do Dia do Colono com o Musical Saruê, que animou os convidados até a noite. Ainda durante à tarde aconteceu a visita inusitada à festa das candidatas ao governo do estado, Ideli Salvatti (PT) e Angela Amim (PP). Elas andaram entre às pessoas, cumprimentaram e ouviram alguns depoimentos. De acordo com a assessoria das duas, elas estiveram neste fim de semana em várias cidades da região visitando outras festas alusivas ao dia do Colono e do Motorista. No final da tarde foram sorteados entre os visitantes arranjos de flores que enfeitaram o salão.


Lançado o livro

 “ACCS 50 anos de História”
 

26/07 - Concórdia - A Associação Catarinense de Criadores de Suínos, ACCS, completou ano passado 50 anos e para sua comemoração foi lançado um vídeo institucional e ainda, foram homenageados os ex-presidentes e entidades que contribuíram para o desenvolvimento da Associação. Este ano finalizando as comemorações do seu cinqüentenário foi lançado na última sexta-feira, 23, em Concórdia, no Auditório do Centro de Eventos, o livro “ACCS – 50 anos de história”.


Wolmir de Souza e Losivanio Luiz de Lorenzi

Meio século de história, o livro retrata todos os passos da ACCS, os 50 anos desta entidade que ajudou a fazer de Santa Catarina e do Brasil um dos centros mais avançados da suinocultura mundial. A obra mostra a trajetória da entidade, desde sua fundação, passando por todas as mudanças, e ainda que ACCS deixou de ter como único objetivo o melhoramento genético para representar e direcionar os interesses dos nossos suinocultores em nível mundial. O livro é um resultado de dois anos de trabalho e dedicação, onde conta a trajetória da entidade a partir de depoimentos de suinocultores, ex-presidentes, lideranças da suinocultura catarinense, técnicos e funcionários da entidade.

Segundo o Wolmir de Souza, a história desses 50 anos de vida da ACCS, confunde-se ou se assemelha à vida dos milhares de suinocultores catarinenses. “Representamos a vida econômica do nosso Estado, redirecionamos nossos objetivos, mas não perdemos nosso foco em nossos princípios, renovamos nossas forças e conhecimentos através da mudança gerencial, pela necessidade sim, mas pela manutenção do espírito inovador e empreendedor” destacou. Wolmir diz ainda que “assim, como naturalmente os filhos tomam o lugar de seus pais na conduta de sua empresa rural, orgulho-me em poder também representar nossa geração e escrever mais um capítulo na história de sucesso da ACCS” finaliza. Uma obra de caráter comemorativo e que há de se tornar referência para a história e para a pesquisa da suinocultura catarinense e brasileira.

História - A ACCS foi à primeira do Estado a formar sua entidade de classe representativa dos suinocultores, sua história de luta iniciou no dia 24 de julho de 1959. Uma reunião entre criadores de suínos e técnicos resultou na decisão de criar a sede e o fórum da entidade no município de Concórdia, com o objetivo de atender todos os produtores pertencentes ao território estadual. A partir deste momento, uma comissão foi eleita para criar o estatuto da ACCS, reunir associados em todo o Estado e eleger os representantes pioneiros da entidade. No dia 23 de agosto do mesmo ano, o senhor, Armindo Oscar Augustin foi eleito presidente. Após isso a ACCS declarava aberta a luta em prol ao produtor, com um primeiro objetivo, conquistar o direito de realizar em Concórdia, a exposição anual de suínos.

Losivanio assume a presidência da ACCS

Outro fator marcante na noite foi à transmissão de cargo do presidente Wolmir de Souza, para o vice-presidente Losivanio Luiz de Lorenzi. Foram sete anos na presidência da ACCS e Souza passa agora a se dedicar exclusivamente ao Instituto Nacional da Carne Suína (INCS), e Lorenzi abraça o desafio de representar a suinocultura catarinense. A mudança faz parte de um acordo firmado na última eleição, realizada em 2009, quando ele comprometeu-se a passar o cargo depois de um ano de mandato. “Não estou me licenciando, estou efetivamente me desligando da direção da ACCS. Nem mesmo por assumir outras oportunidades, pois a vida é feita de desafios e oportunidades”, explica Souza.

A organização da classe e o foco voltado essencialmente para o produtor foram os principais fatores responsáveis pela vitória dos suinocultores Wolmir de Souza e Losivanio Luiz de Lorenzi na primeira e única eleição com mais de um candidato na história da ACCS. Losivanio, um suinocultor de Orleans, representando o sul do estado pela primeira vez na vice-presidência da entidade. O líder explica que quando assumiram em 2003, a suinocultura catarinense enfrentava uma forte crise. “Ao assumirmos a ACCS, tínhamos em foco a organização da entidade, porém quando falamos em melhorias, todos falam apenas em querer ganhar dinheiro, mas, sem organização, não há como lutar em prol de causas conjuntas, contudo, com muito esforço, dobramos o número de núcleos municipais, melhorando a participação do suinocultor junto à associação”. Ele diz ainda que melhor organizada, a entidade conquistou a confiança do criador de suínos de Santa Catarina, “agora, com a estrutura organizada, poderemos lutar pelo que realmente importa para o suinocultor - aumentar a rentabilidade de sua produção" finaliza o presidente.


Faesc/Senar promove

 reuniões do programa Mais Leite
 

O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), promoveu, dois encontros do programa de qualificação na bovinocultura de leite, Mais Leite, nos municípios de Rio Rufino e Araranguá. O objetivo do programa é capacitar os produtores rurais na produção de leite com qualidade.  Em Rio Rufino, no dia 20, ocorreu o encontro de sensibilização dos produtores interessados no programa. O início das atividades, no município foram agendadas para o mês de setembro. No município de Araranguá, no dia 21, ocorreu a reunião de divulgação do programa Mais Leite para lideranças do agronegócio da região do Vale do Araranguá e para lideranças da Associação Mais Leite.


Nelton Rogério de Souza, vice-presidente da Faesc

O vice-presidente da Faesc e coordenador do Programa Mais Leite, Nelton Rogério de Souza, informou que o programa abrangerá planejamento e gerenciamento da propriedade leiteira, implantação e manejo de pastagens, manejo de ordenha e qualidade do leite, cerca elétrica e reservas estratégicas de alimentos, manejo de bezerras e novilhas, manejo intensivo de pastagens e irrigação (lotação, medição de pasto, adubação), manejo de vacas e melhoramento genético, alimentação e implantação e manejo de pastagens de inverno e sanidade animal. Ao final do programa, serão apresentados e avaliados os resultados da atividade na propriedade.

Podem participar do programa produtores de leite ou trabalhadores rurais na ocupação que tenham idade mínima de 18 anos, tenham atividade leiteira como principal atividade econômica, sejam alfabetizados, efetuem as quatro operações básicas matemáticas. Souza ainda ressalta que os participantes devem ter vontade de melhorar a propriedade, se comprometer em participar e cumprir todas as atividades do programa, além de ter disponibilidade em realizar todos os registros técnicos e financeiros do programa.

A técnica do Senar/SC Gisele Kraiéski, explica que o programa contará com 11 módulos de 6 horas de duração cada, divididos em momentos teóricos, práticos e acompanhamento nas propriedades dos participantes. As atividades práticas serão realizadas na propriedade demonstrativa e/ou dos participantes. O número de participantes em cada turma será de 20 a 25 pessoas (no máximo 2 por propriedade) e poderá envolver entre 10 a 15 propriedades, sendo uma propriedade demonstrativa.

Todos os custos com instrutoria, materiais instrucionais e alimentação nos encontros serão custeados pelo Senar/SC. Os participantes que obtiverem, no mínimo de 80% de frenquência, receberão certificado.


Primeira Cooperativa de Pequenos

 Produtores é criada em Vargeão
 

22/07 - Vargeão - O mês de Julho vai ficar marcado na história de Vargeão por ser o mês de criação da 1ª Cooperativa de pequenos produtores rurais que estarão produzindo e comercializando vários tipos de produtos coloniais, embutidos com selo municipal, leite, mel, além de massas, bolachas, biscoitos entre outros produtos que venham a complementar o itens de produção e comercialização da cooperativa.

A assembléia de criação e eleição da Diretoria foi realizada no dia 14 de julho com a presença de todos os associados. Além disso, o contador Ademir Danielli, responsável pela elaboração do projeto de criação da cooperativa, explanou vários assuntos referentes às principais formas de trabalho, responsabilidade social, participação dos associados entre outros assuntos. Após todas as explicações relativas à criação da Cooperativa Folha Verde, os associados passaram a discutir os membros da diretoria elegendo por indicação direta da maioria dos associados para ocupar a presidência o Sr. Celso Gubert e na vice-presidência o Sr. Olivio Perger. A diretoria ficou constituída por mais dez membros, distribuídos entre secretários e conselheiros fiscais.

“O objetivo da criação da cooperativa é incentivar a produção dentro das pequenas propriedades, gerando renda e melhores qualidades de vida, e com isso facilitar a aquisição destes produtos pelo PAA, Programa de Aquisição de Alimentos do Governo Federal executado pelo Governo Municipal, a fim de ser distribuído na merenda escolar que até então é de responsabilidade do próprio município”, adiantou o Prefeito Municipal Amarildo Paglia, presente no evento como grande incentivador pela criação da Cooperativa Folha Verde através do Poder Publico Municipal.

De acordo com o Presidente eleito, Celso Gubert, a cooperativa começará suas atividades após todo tramite burocrático de constituição, que esta seguindo agora para outros departamentos afim de que seja feito o registro de abertura da empresa e após liberado todos os documentos para poder exercer as atividades no município. A cooperativa esta composta de vinte e um associados e deverá abrir novas vagas no decorrer dos próximos meses.


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