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OBRIGADO PELA SUA VISITA BOM DIA SANTA CATARINA |
Santa Catarina,
“Exterminador do futuro é quem não quer
que se produza comida neste país”, afirma Colatto
Colatto defende que não existe “futuro” se não houver preservação e preocupação com a produção de alimentos. “Ninguém quer radicalizar. Queremos uma legislação com bases técnicas e científicas para a questão ambiental brasileira, que harmonize produção com preservação. Com certeza seremos exterminadores se pararmos de produzir comida para os milhões de brasileiros”, completou o parlamentar. O presidente da FPA criticou ainda a atuação dos ambientalistas na defesa do Meio Ambiente. “Temos que discutir também a questão do meio ambiente do automóvel, do lixão, das mortalidades dos peixes na Lagoa Rodrigo de Freitas. O que as Ong´s estão fazendo para isso? A Floresta é uma parte do Meio Ambiente. É preciso discutir isso também no meio urbano”. Para Colatto, não adianta os ambientalistas exigirem posições da bancada ruralista se não participam das discussões acerca da legislação ambiental realizadas em todo País. “Na audiência pública da Comissão Especial do Código Ambiental no Maranhão, o deputado Zequinha Sarney, presidente da Frente Parlamentar Ambientalista, não participou da audiência. A população maranhense estava lá para expor as suas necessidades locais e ele fugiu”, ressaltou. A Comissão Especial do Código Ambiental está realizando audiência pública na Câmara e em todo o País, ao todo foram 30 audiências. “Os 26 estados querem o Pacto Ambiental Federativo Descentralizado”. O presidente recém-empossado da Comissão de Agricultura, deputado Abelardo Lupion estuda levar os responsáveis pela campanha “Exterminadores do Futuro”, como o presidente da Frente Ambientalista Sarney Filho, para serem julgados na Comissão de Ética da Câmara dos Deputados. “Nós queremos respeito, sermos respeitados. Estamos defendendo um setor produtivo Brasileiro. Não vamos ouvir calados essa ação”, defendeu Lupion. Requerimentos: Durante reunião da Comissão de Agricultura, também foi aprovado o requerimento 511/10 do deputado federal Valdir Colatto (PMDB/SC), presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, que solicita audiência pública para discutir Lei Complementar 87/1996 (Lei Kandir) que prevê isenção do tributo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), para produtos e serviços destinados à exportação. Para Colatto, “alguns estados não estão respeitando a lei, ao cobrarem o ICMS de frete e produtos exportados. Por isso, é preciso trazer a esta comissão o Conselho Nacional de Política Fazendária, para que o ICMS seja isento em todo o Brasil, e não só em alguns estados”. Ainda nesta quarta-feira, foram aprovados em bloco três requerimentos que solicitam audiência pública para discutir a Resolução 281 do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) que “estabelece critérios para o registro de tratores destinados a puxar ou arrastar maquinario de qualquer natureza ou a executar trabalhos agrícolas e de construção ou de pavimentação”. No início deste mês, Colatto pediu ao Presidente do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Alfredo Peres da Silva, um prazo de dois anos para suspender a resolução. Suinocultura de alta genética no 15º Dia de Campo
Durante os três dias de evento, informações sobre o desenvolvimento genético de suínos, assim como a alimentação especifica para os animais de abate e de produção estão sendo repassadas a todos os interessados no crescimento e sucesso do setor. Expositores de nutrição animal trazem também ao conhecimento dos interessados, fórmulas e especificações destinadas a cada fase de crescimento dos animais. Visite o 15º Dia de Campo Copercampos durante esta quinta-feira (11), último dia de evento e conheça a mais alta genética em suínos.
USDA: estoques de
soja americana estão mais baixos, mas aumenta a produção no Brasil e EUA 10/03 - EUA - Relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos divulgado agora a pouco indica que o estoque de soja americano está mais baixo que o mercado estimava. Esperava-se no máximo 5 milhões e 307 mil toneladas, e o relatório indicou 5 milhões e 171 mil toneladas, praticamente 150 mil toneladas a menos. No entanto, a produção americana para esta safra 2009/20110 mostra aumento de 300 mil toneladas a mais, passando de uma estimativa de 91 milhões e 170 mil ton. para 91 milhões e 418 mil toneladas. Isso graças à produtividade média, que passou de 49,09 sacas por hectare para 49,32 scs/ha. A produção brasileira de soja deverá crescer mais 1 milhão de toneladas, passando de 66 para 67 milhões de toneladas, enquanto que a Argentina mantem sua produção em 53 milhões de ton. No total, os paises produtores de soja deverão colher 255 milhões e 910 mil toneladas da oleoginosa, enquanto a ultima previsão fixava o máximo em 255,02 ton. Devido ao crescimento, os estoques mundiais de soja também subiram, passando de 59,73 para 60,67 milhões de toneladas. Pavan assinou decreto que prorroga isenção de ICMS na venda de carne suína
Leonel Pavan explicou que Santa Catarina é um estado caracterizado pela agricultura familiar, o que inclui a atividade agropecuária e que por isso a medida positiva na economia e nas principais regiões produtoras do estado. "O governo, com esta atitude, conseguiu contornar a crise, que foi muito grave, mostrando que deseja manter Santa Catarina como principal produtor de carne suína e ampliar mais ainda as vendas tanto no mercado interno como internacional." O secretário de Agricultura Antônio Ceron acrescenta que o governo precisa ajudar o pequeno produtor a atravessar a crise com o aumento do consumo diminuindo o estoque. Hoje o Estado, segundo informações da ACCS, possui um total de 6,3 milhões de cabeças de suínos, com um abate mensal de 650 mil animais. A prorrogação foi uma solicitação da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS) através da Secretaria da Agricultura e Secretaria da Fazenda. De acordo com o presidente da ACCS, Wolmir de Souza, o consumidor teve acesso a carne suína. Wolmir destaca que o estado de Santa Catarina é o maior exportador e tem a maior produção do Brasil. Pintos de corte registram o
menor volume real em seis meses 08/03 - Brasil - Novos dados da APINCO revelam que em novembro de 2009 foram produzidos no Brasil 462,635 milhões de pintos de corte, um volume 7,18% superior ao registrado no mesmo mês do ano anterior, época em que – devido à eclosão da crise econômica mundial – o setor “pisou no freio” e reduziu significativamente sua produção. Apesar, porém, do aumento, a produção do mês acabou sendo, em valores reais (isto é, considerado o número de dias do mês), a menor dos últimos seis meses, quase repetindo o que foi produzido em maio/09 (461,811 milhões de pintos de corte). Em relação ao mês anterior, outubro de 2009, houve uma redução de 8% em valores nominais e de 5% em valores reais. Para o Brasil, a previsão é de reversão da queda já em 2010, superando-se o recorde atingido também em 2008. E, tirando-se o revés registrado em 2009, a expansão deve ser contínua, podendo chegar a 2019 com um incremento de 35%. Atenção, porém, porque isso corresponde a um incremento médio de não mais que 2,5% ao ano. Em relação aos outros três principais exportadores, só Tailândia e China tendem a aumentar suas exportações, enquanto a União Européia tende ao decréscimo. Nos dois países asiáticos, os índices de expansão serão expressivos – na China, de quase 50%; na Tailândia, de aproximadamente 60% - mas sem risco para a hegemonia de Brasil e EUA. Faesc: grãos em crise em 2010
Em 2009 foram produzidas 220 milhões de toneladas e a previsão para 2010 é de 265 milhões. “Sobram 45 milhões de toneladas de soja”, prevê Barbieri. SC planta cerca de 330 mil hectares e colhe 1 milhão de toneladas. O preço estava em R$ 40,00 até dezembro, caiu para R$ 33,00 a saca, e vai descer ainda mais. O prejuízo somente não será muito grande porque a produtividade cresceu (chegou a 60 sacas/hectares ou 3.600 kg/há) e compensará a queda de preço. No caso do milho, a situação é semelhante. Em 2009, Santa Catarina plantou 850 mil hectares e colheu 3,3 milhões de toneladas. Para a safra de 2010 foram cultivados 625 mil hectares para uma colheita estimada em mais de 3,5 milhões de toneladas. O consumo catarinense é de 5,5 milhões de toneladas. Em dezembro havia um estoque de passagem acima de 10 milhões de toneladas, enquanto a safra 2009/2010 renderá mais de 50 milhões. “É obvio que sobrará milho porque o consumo nacional previsto para este ano é de 45 milhões de toneladas. Haverá excedente de 15 milhões de toneladas de milho”, calcula Barbieri. A solução é a exportação, mas aí tem outro complicador: a Argentina resolveu ingressar no mercado mundial de milho, vai colher 15 milhões, consumir 5 milhões e exportar 10 milhões. “Inevitavelmente vai tirar mercado do Brasil que, no máximo, conseguirá colocar 6 a 7 milhões de toneladas no mercado mundial”, vaticina. Os preços estão em queda. O mercado paga R$ 15,00 a saca enquanto o preço mínimo é de R$ 17,00. A boa produtividade das lavouras tecnificadas (150 sacas ou 9.000 kg/hectare) amenizará a queda de preço. GRAVIDADE O feijão é outra cultura prejudicada pela queda de preço. O Brasil consome 3,3 milhões de toneladas/ano, tem estoque de passagem de 300 mil toneladas e a safra de 2010 renderá 4 milhões de toneladas. O preço mínimo oficial é de R$ 80,00 a saca, mas o mercado, recessivo, pratica apenas R$ 45,00/saca. Além desses problemas, os armazéns do centro-sul estão tomados por trigo colhido no final de 2009 (5 milhões de toneladas) e ainda não comercializado em face dos preços deprimidos. Não haverá armazéns para a nova safra de verão. O mínimo é de R$ 32,00 a saca, mas o mercado paga apenas R$ 24,00. A Faesc cobrou da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura maior agilidade na liberação de recursos para sustentação de preços da safra agrícola, pois, em algumas culturas, nem o preço mínimo é praticado. O governo disponibilizou R$ 107 bilhões de reais para o plano agrícola 2009/2010. Os produtores e empresários rurais tomaram apenas R$ 68 bilhões. Apesar dos recursos disponíveis, o Banco do Brasil não dispõe de orçamento para operar com EGF e AGF na aquisição de estoques de feijão e milho. Cotações da
ACCS de Concórdia
Carne de frango: em novembro/09,
oferta interna foi recorde no ano
No mês, permaneceram no mercado interno 711.354 toneladas, volume 14,33% superior ao do mês anterior, outubro de 2009. Em relação ao mesmo mês do ano passado (novembro de 2008, época em que o setor mais sofreu os efeitos da crise econômica mundial) houve uma queda de 6,83% - índice que não teve o menor resultado prático para a atividade, pois, a despeito da redução, o volume ofertado em novembro ficou quase 20% acima da média registrada nos 10 primeiros meses de 2009. © 2006 – Bom Dia Oeste - Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do Jornal Bom Dia Oeste. |
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