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Município pretende

remunerar produtores de leite
 

29/07 - Formosa do Sul - Segundo o projeto do programa, previsto para 2011, a prefeitura deve pagar subsídios aos agricultores de Formosa do Sul por litro de leite produzido

Incentivar os produtores de leite, responsáveis pela maior parte da movimentação econômica do município. Este é o objetivo do Programa de Subsídio do Leite, que deve ser implantado em 2011.

Segundo o secretário municipal de Agricultura, Rinaldo Segalin, o projeto ainda está em fase de elaboração e a idéia é discutida em reuniões nas comunidades. O município tem se destacado na produção leiteira pela organização e qualidade, a ponto ser incluído nos roteiros de intercâmbios para troca de experiências com produtores de outros países.

O projeto em elaboração, prevê o pagamento de três centavos por litro para propriedades que geram até três mil litros mensais, dois centavos para propriedades com média entre três e cinco mil litros, e um centavo por litro para produções a cima de cinco mil litros mensais. “O objetivo é incentivar mais os menores produtores”, diz Segalin. A prefeitura pretende investir R$ 220 mil na remuneração dos produtores.


Administração de São Bernardino realiza

 distribuição de calcário a produtores rurais
 

28/07 - São Bernardinho - Por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutra, através do departamento municipal de estradas e rodagens, a administração municipal de São Bernardino está fazendo a distribuição de calcário gratuitamente aos produtores rurais do município.

O Programa de Distribuição de Calcário é fruto da parceria entre Epagri e as cooperativas Cooperalfa e Caslo (Cooperativa Regional Alfa e Cooperativa Agropecuária São Lourenço), juntamente com a administração municipal. A prefeitura oferece máquina para o carregamento do calcário, caminhão para transporte, trator e distribuidor.

Um total de 800 toneladas de calcário está sendo distribuída para cerca de 60 famílias de São Bernardino, destaca Adelar Banaceszki, Secretário Municipal de Infraestrutura.

A incorporação de calcário no solo chama-se calagem. Além de corrigir a acidez do solo, a calagem fornece os macronutrientes cálcio (CaO) e magnésio (MgO), neutraliza o efeito fitotóxico do alumínio e do manganês e potencializa o efeito dos fertilizantes. O uso do calcário no solo resulta em maior produtividade e competitividade ao homem do campo.


Faesc: eleições devem

 revelar a força do agronegócio

 

27/07 - Santa Catarina - Uma política de fortalecimento da agricultura e do agronegócio brasileiro e de fortes investimentos na infraestrutura do país deve ser a principal reivindicação das lideranças aos candidatos à presidência da República, neste ano, de acordo com o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), José Zeferino Pedrozo. Lembra que as deficiências da infraestrutura logística brasileira, localizadas fora da porteira dos estabelecimentos rurais, anulam a aptidão e a competência do agronegócio e prejudicam muito mais a agricultura do que as chamadas barreiras externas, como subsídios, quotas e sobretaxas. A ausência de investimentos em infraestrutura e a má gestão no sistema portuário podem, paralisar a ampliação da produção e das exportações, constituindo-se no apagão logístico. Essa situação pode impedir a retirada da produção do campo e sua venda ao exterior, prejudicando o crescimento das exportações brasileiras. “A sociedade Brasil eira reconhece lentamente a importância do agronegócio em geral e da agricultura, em particular”, acredita o dirigente, apontando que o agronegócio nacional responde por 23% do Produto Interno Bruto (PIB), 42% das exportações de 2009 e 1/3 dos empregos gerados no País.

Graças ao setor agrícola, o Brasil, que já foi importador de alimentos, oferece qualidade, fartura e preço baixo à população: as despesas com comida já representaram 58% da renda das famílias, porcentual que caiu para 18%. Pedrozo elogiou a iniciativa da presidente da Confederação Nacional da Agricultura, senadora Kátia Abreu, em convidar os candidatos aos debates dos temas da atualidade econômica e social da agricultura, visto que 90% dos produtores rurais estão na informalidade e tem dificuldade em acessar as linhas de crédito. Sem acesso ao crédito oferecido pelos bancos, os produtores precisam recorrer aos financiamentos privados. As taxas de juros oscilam entre 15% e 20%, o que é “impraticável para o campo”. Apenas metade do crédito tem chegado às mãos dos produtores. O presidente da Faesc defendeu o fortalecimento da classe média rural e apontou que o barateamento do crédito para os produtores rurais será possível com a criação de uma central de risco de financiamento, como acontece nos Estados Unidos. Disse também que a formalização depende da desoneração da carga tributária, que hoje está em 19% no Brasil. No resto do mundo, a carga é de 5%. Outro assunto é a legislação ambiental.

A Faesc acredita que o Brasil está pronto para cumprir uma regra de reserva legal planetária. O Brasil tem 56% de seu território preservado em seus seis biomas. A Europa tem menos de 1% e a Ásia, menos de 5%. O Brasil é o único país do mundo que está abrindo mão de áreas para preservação.


Secretaria da Agricultura discute alternativas

 de cooperativismo em aldeias indígenas

 

26/07 - Santa Catarina - O diretor geral da Secretaria de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Airton Spies, esteve reunido com os representantes da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), Otto Luiz Kiehn; Paulo Von Dokonal; Geci Pungan, para buscar alternativas de viabilizar a subsistência das comunidades indígenas do Oeste Catarinense. Incentivado pelo magistrado da 2ª Vara da Justiça Federal de Chapecó, Narciso Leandro Xavier Baez, o encontro objetivou analisar a possibilidade de incluir as comunidades indígenas ao sistema cooperativista como meio de consolidar o projeto de auto-suficiência na produção de alimentos. A proposta do juiz é que o Governo do Estado, Epagri e Funai elaborem um convênio que crie meios para desenvolver as comunidades indígenas através da produção e comercialização agrícola. Para isso, Baez sugere que haja uma cooperativa com filiais em cada aldeia para melhorar a comercialização, além de um programa de assistência técnica que deverá contribuir para a melhoria da produtividade e qualidade da produção de alimentos.

 “O objetivo é viabilizar uma estrutura que permita conectar a comunidade indígena com o mercado, para que assim tenham acesso aos insumos necessários à produção, formas de agregação de valor e comercialização de produtos”, afirma Spies. O diretor explica que em função de aspectos jurídicos que envolvem a população indígena, surgem questões específicas que precisam ser cuidadosamente estudadas. Como representante do cooperativismo, a Ocesc oferecerá orientação para que o projeto possa utilizar as vantagens da cooperação. O parecer emitido pela Ocesc deverá ser encaminhado para o juiz Baez a fim de subsidiar a escolha da melhor alternativa para solucionar os problemas de organização da produção e comercialização dos produtos agrícolas das comunidades indígenas.


Governo Municipal de Passos

 Maia adquire nova Motoniveladora
 

23/07 - Passos Maia - A Secretaria Municipal de Infraestrutura de Passos Maia passa a contar a partir de agora com mais um novo equipamento de estrema necessidade e utilidade para o desempenho das atividades do setor. Licitado pelo valor de R$ 558 mil o governo municipal adquiriu uma nova motoniveladora com recursos do Badesc através de financiamento para pagar em até quatro anos.

Para a aquisição do equipamento o Governo Municipal solicitou autorização da Câmara Municipal de Vereadores que foram unânimes quanto à aprovação do pedido. O equipamento será destinado à manutenção das atividades da secretaria de infraestrutura colaborando na recuperação de mais de 1.500 Km de estradas que cortam o município de Passos Maia.

Até o momento o setor contava apenas com uma patrola adquirida em 1997 em ótimas condições de uso que sozinha vinha dando conta da demanda. Segundo o Secretário de Infraestrutura Ivo Canônica a nova motoniveladora New Holland RG 140.B de maior potencia, dará mais agilidade nos serviços e atenderá com maior facilidade as necessidades da secretaria, “estamos recebendo um dos equipamentos mais importantes e necessários para a nossa Secretaria, pois é ela quem da o aporte necessário para o desenvolvimento das demais atividades do setor. É um equipamento muito potente, equipado com segurança e conforto aos operadores que farão os trabalhos a campo”, enfatiza o Secretário.

O Prefeito Osmar Tozzo se mostrou muito contente com a aquisição da motoniveladora e acredita ter feito o possível até o momento para recuperar e incrementar o parque da maquinas dando suporte para realização dos serviços tanto no setor de infraestrutura quanto da agricultura que trabalham em parceria, “sem dúvida alguma foi uma das nossas maiores aquisições dos últimos anos, é financiado, mas será pago com recursos próprios do município. Desde que assumimos a prefeitura viemos trabalhando juntos para poder dar melhores condições de trabalho para a equipe das secretarias de infraestrutura e agricultura, onde temos investido fortemente em recuperação e aquisição de novas maquinas e equipamentos, como foi o caso de dois caminhões basculantes truques e traçados, dois tratores agrícolas, uma retro-escavadeira, vários implementos agrícolas, além da reforma do trator de esteira e da carregadeira que já faziam parte do patrimônio da secretaria”, finaliza o prefeito.

Com a aquisição deste equipamento a secretaria fica equipada com cinco caminhões basculantes, duas retro-escavadeiras, uma pá-carregadeira, um trator com rolo compactador, um trator de esteira, além de duas camionetes para uso nos trabalhos e no deslocamento dos funcionários.


Secretaria de Agricultura fará

 diagnóstico da Piscicultura no município

 

22/07 - Guaraciaba - A Administração Municipal de Guaraciaba, através da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente promoveu um encontro para discutir a situação da piscicultura no município. A reunião também envolveu técnicos da Epagri, Microbacias e da Casa Familiar Rural, importantes parceiros nas atividades desenvolvidas pela municipalidade para fortalecer o meio rural. O repasse das orientações técnicas sobre a atividade piscícola foi feito pelo Médico Veterinário da Epagri, Benicio Erbes.

Segundo o Secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Jair Henkes, a finalidade da reunião foi fazer uma discussão sobre a situação atual da piscicultura em Guaraciaba, com base nos dados preliminares que há, e levantar alternativas que possam ser implantadas para alavancar e fortalecer a atividade. O objetivo de envolver os técnicos de diferentes entidades é para que esses difundam as informações recebidas e orientem os produtores de forma correta. O médico veterinário orientou quanto a importância da escolha correta das espécies a serem criadas; da escolha do local adequado, de acordo com os peixes que lá serão criados; da construção das instalações adequadas (tanques, e instalações em geral); da alimentação, para que haja uma boa conversão desses alimentos em peso efetivo, nos peixes; da higiene e controle de doenças; entre outras questões que precisam ser levadas em consideração para obter resultado positivo na criação de peixes.

Henkes ressalta que o município tem hoje uma Associação dos Piscicultores constituída, com cerca de 80 sócios, mas que precisa ser impulsionada. Para ele, a Secretaria de Agricultura precisa tomar a iniciativa e propor ações, pois a piscicultura é uma interessante forma alternativa de viabilização das propriedades rurais. O pequeno investimento, os baixos custos de manutenção e facilidade de manejo sem inibir outras atividades na propriedade, permite que a piscicultura tenha uma boa perspectiva de expansão. A realidade hoje é que há mercado para o consumo, mas falta produto.

A partir do encontro, a Secretaria e as entidades participantes definiram como metas a definição de um local para fazer uma reserva de alevinos e a forma de fornecimento aos produtores e fazer um diagnóstico da atividade no município para identificar o número de produtores, a área alagada, quantidade produzida, o sistema de produção, as carências e dificuldades que existem. A partir desses dados levantados serão direcionadas ações e prestada assistência técnica para superar as limitações e alavancar a atividade no município. Conforme a equipe da Secretaria, o diagnóstico começará a ser feito nos próximos dias.


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